Nem tudo está perdido?

Deu no Conversa Afiada...


Brincadeiras a parte, o que será que o nosso ex-governador vai fazer agora?
O PSDB, como oposição, vai precisar de lideranças jovens, compromissadas com a ética e antenadas com as necessidades do País. 

Se, de um lado, o povo brasileiro aprendeu a vislumbrar um novo horizonte sócio-econômico com o governo petista, com menos fome, mais emprego e maior acesso à educação, ainda sofre muito com a corrupção e a manipulação política. 

O Brasil vai precisar de opositores sérios  e éticos, dispostos a dar um basta à corrupção generalizada, que vem desde muito antes do governo FHC.

Assim sendo, o tucanato, como principal força de oposição no País, terá de se alinhar e produzir um esquema de enfrentamento político muito diferente do que aquele promovido durante a campanha presidencial, marcado pela criação de factoides, envoltos em mentiras deslavadas.

Caso contrário, muita gente vai continuar indo à praia ao invés de participar da escolha do presidente. Ou, até mesmo, votando em candidatos que já se retiraram do pleito.

Aviso aos navegantes

A decisão é de cada uma, mas posto aqui um texto escrito por uma colega de profissão que poderá auxiliar no momento do voto.

É só colocar os dois lados na balança e depois pesar.

Se o peso for igual, existe a possibilidade de anulação do voto e, caso ela esteja com a maioria, poderá provocar a anulação do pleito.


Sonhos em pauta...
Em alguns dias nosso país escolherá o seu próximo presidente. Muitos dizem que "isso não irá mudar nada". Mas, como acreditar nisso se em cada grão de feijão que comemos diariamente está a mão do governante, da figura do presidente. Claro, ele não faz isso sozinho – estamos no presidencialismo (para mim uma boa forma de governo, há quem conteste) -, o presidente irá precisar da chamada governabilidade, Senado e Câmara.
No cenário atual temos dois candidatos: Serra (PSDB) e Dilma (PT).
Minha opinião muitos de vocês já conhecem e nem pretendo a expor mais uma vez, seria deverás desgastante. Quero apenas comentar em minhas milongas a situação em que vivemos.
De um lado temos São Paulo e sua prepotência – não falo com rancor, nasci e me criei nesse Estado, devo muito a esse chão -, e do outro temos o PT e o Nordeste – de onde também tenho raízes. Mas, por que essa divisão? Esse país rachado?
A resposta não é tão simples, são feridas mal curadas, sonhos não vividos, respostas não dadas. O Brasil é continental e suas pobrezas e misérias também, mas isso, isso meus caros, ninguém quer dividir. Todo mundo quer dividir os lucros do petróleo, as riquezas amazônicas, brigam em rede pública por isso, mas o analfabetismo e a fome ninguém quer dividir – ninguém quer ajudar -, afinal isso não lhes pertence.
Hoje a fome diminuiu - e não sou eu que digo, são os números -, mas ainda aflige muitas barrigas e a pergunta que me faço todos os dias é : Como  há pessoas que vivem sem pensar nisso ao menos uma vez por dia? Eu, talvez por minha formação ou mesmo minha personalidade, penso nisso várias vezes por dia. Diante das urnas essas  lacunas brasileiras – fome, analfabetismo, desigualdade, violência e descaso – vêm em minha mente com freqüência. As urnas irão decidir o nosso futuro , não só o meu que tenho casa própria, carro na garagem e faço no mínimo três refeições por dia, mas de todos, de uma nação de famintos de corpo, mente e espírito.
Por isso, vamos pensar. Há um amigo meu que costuma dizer que em política nós não podemos ser "emocionais". Eu, como boa corinthiana, discordo e concordo em partes. Claro, que é preciso pensar, somar, multiplicar, dividir e comparar (sem dúvida Marx, Smith,Rousseau e toda sua turma não foram em vão). Mas, acima de tudo isso, primeiro (pelo menos para mim) é preciso pensar com sentimento humanitário, sem egoísmo. É preciso votar pelo todo, não por você, por sua família e por sua região, mas por uma nação – somos um país só!
O que seria de São Paulo se não fossem os nordestinos? O que seria da economia carioca se não fosse a nossa Petrobrás? O que seria do nosso meio ambiente se não fosse a nossa região Norte resistir bravamente a grileiros e latifundiários?
Para todas essas perguntas, há somente uma resposta: Somos um só! Um único país, e precisamos votar pensando nisso.
Os termos direita e esquerda andam meio demodê, mas eles existem. Não vamos nós deixar enganar. Ambas as linhas políticas erram, e erram feio. Somos provas disso, mas cada uma fez a sua história e conseguiu as suas conquistas, agora cabe a você pensar quem de alguma forma, de alguma maneira, qual delas nós viu como cidadãos iguais – nordestinos, paulistanos, gaúchos e etc -, quem nós viu como gente, e não números. Quem escalou degraus rumo a igualdade social – que ainda está longe, mas um dia vamos chegar lá, assim espero!
Pense, pense, pense e acima de tudo sinta!
PS:  por favor, como jornalista não posso deixar de dizer isso; grandes jornais, revistas e TVs tem seus interesses próprios. Não são os donos da verdade. Muitas vezes e na maioria delas os jornalistas não escrevem o que querem, escrevem o que os donos das empresas mandam, é a verdade deles - na maioria das vezes ela não é a nossa verdade. Não estou desmerecendo o trabalho da imprensa brasileira, muito pelo contrário, faço parte dessa classe trabalhadora, mas como tal, tenho a consciência de dizer que muito precisamos evoluir para ter uma imprensa séria e no mínimo honesta.
Thaís Almeida

É hoje


Cento e trinta e cinco milhões de brasileiros vão às urnas hoje. De fato, é o exercício da democracia; o direito de poder votar e ser votado, conquistado efetivamente após mais de 20 anos de ditadura militar.

É evidente que a democracia trouxe avanços, mas também causou inúmeros prejuízos financeiros ao Brasil, que hoje financia uma das estruturas de poder mais caras do mundo.

De olho nessa estrutura e nas oportunidades que o poder oferece, grande parte dos candidatos participa de um esquema milionário de financiamento de campanhas, cujos valores investidos deverão ser, obrigatoriamente, ressarcidos aos cofres das empresas, lobistas e das instituições que os ajudaram a eleger.

É, a democracia tem dessas coisas, mas não podemos desperdiçar a oportunidade de votar e apostar em candidatos que não estejam, necessariamente, atrelados a esse tipo de esquema.

Devemos, também, acenar para a possibilidade de cobrar mudanças estruturais, que permitam um maior controle social. A lei da Ficha Limpa, de iniciativa popular, é um exemplo dessas mudanças, mas o momento exige atenção para que não se criem mecanismos para anulá-la.

Apesar da conquista dessa nova legislação, que impediu a candidatura de Joaquim Roriz, lá no Centro Oeste, ainda é preciso avançar mais.


A sociedade organizada precisa cobrar uma reforma política séria, compromissada com os valores éticos e com a liberdade de cada cidadão.

Precisamos exigir a aprovação do voto distrital misto, para que a campanha e a votação dos candidatos ao legislativo seja restrita a regiões metropolitanas. Isso vai diminuir o custo das campanhas e proporcionar um controle mais eficiente por parte dos eleitores.

Outra medida urgente a se pensar é a não obrigatoriedade do voto. É óbvio que, não sendo obrigatório, os custos de campanha serão reduzidos e a corrupção tenderá a diminuir.

É isso aí... Esses são alguns princípios que devem ser levados em consideração na hora do voto e também no momento em que os candidatos estiverem eleitos.

Deixo, a seguir, algumas sugestões de leitura para reflexão.

Considerações sobre a cartilha "O Chão e o Horizonte"

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=49765

Movimento pelo fim do voto obrigatório


Crédito da imagem: Agência Brasil

Quem pode mais?


ou


Boas imagens valem mais do que mil palavras e as propagandas dos dois candidatos de Pindamonhangaba à Assembleia Legislativa expressam a disputa em questão, além do cargo de parlamentar, é claro. 

O curioso é que ambos os candidatos contam com o apoio de Geraldo Alckmin. 

Isso pode?

Créditos das imagens: Site dos dois candidatos

Debate da CNBB: oportunidade de discutir ideias

O debate de cunho católico realizado na noite desta quinta-feira (23), na sede da Universidade Católica de Brasília (UCB), foi mais uma oportunidade para os candidatos à presidência da República mostrarem suas ideias.

O encontro foi uma promoção da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP), Universidade Católica de Brasília (UCB), Associação Brasileira das Universidades Comunitárias (ABRUC) e Associação Nacional de Educação Católica (ANEC), com apoio da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil .

Ao contrário do debate realizado pelas tevês de inspiração católica em agosto, marcado pela ausência da petista Dilma Rousseff, no encontro de ontem todos os candidatos compareceram: Dilma, José Serra (PSDB), Marina Silva (PV) e Plínio de Arruda Sampaio (PSOL).

O encontro na UCB trouxe à tona discussões sobre temas de extrema importância, como a exploração do petróleo na camada de pré-sal, políticas para a criação de uma cultua de paz, educação, reforma tributária e o papel do Estado no programa de governo.

Se o encontro de ontem ganhou pontos por possibilitar um aprofundamento na discussão de temas de interesse social, pecou por problemas de organização e de estrutura. O áudio estava ruim, os candidatos chegaram atrasados e o mediador cometeu alguns erros e até uma pequena gafe, quando chamou o intervalo antes de dar a palavra ao candidato Plínio.

A seguir, faço algumas considerações acerca da participação dos quatro candidatos:


Dilma Roussef - Demonstrou certo nervosismo. Apoiou-se o tempo todo nos feitos do governo Lula, batendo principalmente na tecla da inclusão social. De fato, o atual governo conseguiu retirar 28 milhões de pessoas da linha da pobreza e elevar outros 36 milhões para a classe média. Dilma defendeu a continuidade e a ampliação de programas sociais.
Declarou-se contrária ao aborto - mesmo após ter afirmado, no passado, que era favorável à prática. Nesse aspecto, fez o discurso da conveniência. Assessoria é tudo nessas horas e ter apoio integral do católico Gilmar Mendes ajuda muito.


José Serra -  Falou em valores e princípios cristãos, atrelando essas questões à conduta na vida pública e na vida privada. Elencou como prioridades as áreas de segurança pública, saúde e educação. “O Brasil pode avançar muito em relação a todas elas”. Para isso, defendeu o fortalecimento da economia como pano de fundo. Ao dizer o que pensava sobre a exploração de petróleo na camada do pré-sal, confessou que teme uma catástrofe ambiental, a exemplo do que ocorreu recentemente no golfo do México. O candidato acredita que os resultados do pré-sal só aparecerão no final da década que vem e recomendou cautela quanto à exploração de petróleo no país.




Marina Silva - Pareceu bastante à vontade no debate. O mesmo ocorreu com a plateia a favor dela, que foi a que mais se manifestou. Mostrou uma postura de independência em relação aos outros candidatos. Deixou claro que sua plataforma de governo foi protocolada muito antes do início da disputa eleitoral e está baseada em sete diretrizes. Elencou a educação como principal fator de geração de igualdade e oportunidades. Também falou em proteção social, princípio que deve compreender ações nas áreas de saúde e programas de cunho social, como o bolsa família, mas sem assistencialismos. A candidata também defendeu a execução de uma reforma tributária pra valer - ao contrário do que aconteceu nos últimos 16 anos.


Plínio - Mais uma vez cumpriu o papel de entreter a plateia e arrancar boas risadas dos telespectadores. “Eu provoco risos para denunciar essa sociedade injusta", bradou. Por ter um discurso ainda centrado na década de 1970, o candidato fala muito em estatização e não perdoou nem a UCB, ao mencionar que a instituição seria desapropriada em seu governo. Defendeu o fortalecimento das área de saúde e educação. Com relação à violência, atribuiu as causas à elite e à polícia repressora, fruto "da ditadura militar". “A elite brasileira faz e sustenta a desigualdade. Não basta crescimento da economia, mas distribuição de renda", bradou, nos minutos finais de sua participação no encontro.

Créditos das imagens: Reprodução da TV

Descontrole

O nível dos candidatos fica nitidamente pior, a cada eleição neste Brasil.
Despreparo e descontrole emocional são ingredientes frequentes, principalmente quando o assunto em voga é pesquisa eleitoral - e sabe-se lá a eficácia e a veracidade desse tipo de levantamento.
Dessa vez foi o tucano José Serra quem perdeu a paciência e descontou sua ira na pobre da apresentadora Márcia Peltier.
Pra fazer esse tipo de coisa, melhor nem participar.
O pior prejudicado acaba sendo ele mesmo.

Democracia, voto de cabresto e outras divagações

O figura do vídeo é uma espécie de mistura de John Scatman e um desses gauchões que rodam o país apresentando música regional. Não sei quem é, nem de onde veio.
No Youtube, intutula-se como Zoroastro e os vídeos que produz fazem algumas reflexões profundas acerca do nosso Brasil.
Ele questiona a democracia, o voto de cabresto e a classe política que se perpetuou nas mais diversas esferas de poder.
Vale a pena pelo protesto!

O retorno do voto de cabresto?


Estava aqui relembando dos tempos em que as pessoas votavam em cédulas. Tempos remotos esses.

Aliás, um sistema que utilizei apenas uma vez, quando participei da minha primeira eleição, com 16 anos de idade.

O sistema de voto através de cédulas manuais era bastante duvidoso, pois levantava suspeitas, principalmente no que diz respeito a fraudes eleitorais e ao chamado voto de cabresto.

Para quem não se recorda ou nunca ouviu falar, a expressão designava nada mais nada menos do que aquele tipo de sujeito que vendia seu voto por camisetas, cestas básicas ou qualquer outro tipo de agrado. Só que, no dia da eleição, o político achacador tinha regalias e, portanto, conseguia saber se o "carinha" realmente havia cumprido com seu voto.

Recordo-me que, em 1996, quando a urna eletrônica começou a ser utilizada, inúmeras discussões surgiram acerca da possibilidade ou não de violação do sistema. Muitos achavam, inclusive, que a nova forma de votar estava suscetível a fraudes, que poderiam ou não ser criadas por aqueles que estavam no controle da situação.

Quase 14 anos se passaram e o sistema de voto eletrônico passou a vigorar em todo o território nacional, inegavelmente trazendo avanços como a redução no tempo do voto, a diminuição no número de filas e, sobretudo, mais agilidade na apuração dos resultados.

Agora, técnicos ligados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) vão testar mudanças nas urnas eletrônicas, proporcionando que o eleitor seja identificado por meio de suas impressões digitais no momento do voto.

A alegação do TSE é que o novo sistema impedirá fraudes de eleitores que tentam se passar por outras pessoas no momento do voto.

Ora, se o atual sistema - que já chegou a ser criticado e pode, sim, ser violado, caso os mandantes do jogo tenham interesse (mas isso será assunto para um outro post) - teoricamente não permite fraudes dessa natureza, para que implantar a tal da biometria?

Imagem: TRE

Nova enquete

Após alguns meses ausente, meu blog retorna a todo vapor.
Com vistas às eleições que se aproximam, já está a disposição uma enquete que irá levantar a opinião dos leitores.
A enquete traz os quatro principais candidatos à presidência da República, além da opção "outros candidatos", "não decidi", voto em branco e voto nulo.
O objetivo do levantamento não é influenciar ninguém, mas verificar como anda a opinião dos leitores, sem qualquer tipo de compromisso.

A postagem das opções de candidato foi definida por ordem alfabética e, ao contrário das pesquisas tradicionais, que abrangem apenas certos redutos eleitorais, aceita votos de internautas de qualquer parte do globo.
Vamos participar!

Debate católico

 Auditório da faculdade Santa Marcelina, em Perdizes, região Oeste da Capital paulista

Tive o privilégio de cobrir e participar, também como espectadora, do primeiro debate promovido pelas emissoras de TV de inspiração católica com candidatos à presidência da República.
A iniciativa inédita foi bem sucedida e, dado o fato de acontecer pela primeira vez, tem tudo para melhorar ainda mais a performance nas próximas oportunidades em que acontecer.
A candidata da situação, Dilma Rousseff (PT), perdeu a oportunidade de participar e foi bastante criticada pelos seus opositores, que lá estavam.
As impressões que tive dos demais candidatos foram as seguintes:
- Plínio de Arruda Sampaio (PSOL) continua com aquele discurso um tanto quanto setentista. Mesmo assim, surpreendeu pelo senso de humor - toda vez que alfinetava a candidata do governo e tentava discutir com Marina Silva;
- José Serra, cujo partido (PSDB) já governou o País em duas oportunidades, parecia um pouco nervoso, apesar do know how que detém quando o assunto é disputa eleitoral. Soube tirar proveito com maestria da ausência de Dilma;
- Marina Silva, do PV, pecou por deixar o tempo estourar muitas vezes em suas incursões. Talvez esse tenha sido um problema provocado pela própria assessoria dela. No geral, foi bem, sabendo articular com Serra em alguns momentos e se esquivar das alfinetadas de Plínio;
- Pe. César Moreira, o mediador do debate, também pareceu um pouco nervoso, mas depois que se inteirou, conduziu o programa razoavelmente bem, com direito até a tirar sarro dos candidatos quando deixavam o tempo estourar ou falavam alguma sandice.

Além da participação dos candidatos e do mediador, outras considerações merecem destaque: os pontos positivos e negativos da iniciativa.

Pontos positivos
- Embora as emissoras que idealizaram o encontro tenham suas sedes no Interior de São Paulo, a escolha do auditório da Faculdade Santa Marceliza, em Perdizes, foi bastante acertada;
- A organização do encontro ocorreu na medida certa para que o auditório não tivesse a capacidade esgotada; quem ficou do lado de fora não teve muito do que reclamar: água, suco e muitos quitutes,
- A ideia da transmissão conjunta foi sensacional: TV Século 21, TV Aparecida, TV Canção Nova e uma série de emissoras de rádio de inspiração católica participaram.
- Conseguiu mostrar a opinião de todos os candidatos a respeito de uma questão polêmica que envolve o direito à vida: o aborto.

Pontos negativos
- O cenário de Led, que deve ter custado uma fortuna, estava muito bonito para quem estava no auditório, mas na TV a imagem não etava nada agradável;
- O horário escolhido (22 horas) pareceu-me um pouco tarde; se tivesse sido promovido mais cedo, acho que haveria mais audiência,
- Os temas escolhidos pelos jornalistas que participaram, tanto católicos como da mídia secular, deixaram um pouco a desejar. Ninguém tocou no assunto pena de morte. O PAC, a ideia de limitar a propriedade de terra no Brasil e a Copa de 2014 também foram esquecidos.