Feliz Natal, Maravilhoso 2012

Cartão encaminhado aos amigos, parceiros, colegas e pessoas que, ao longo do ano, colaboraram comigo.
Deixo aqui o meu muito obrigada!

Acolhida

Faz algum tempo que não posto aqui.

A falta de tempo e as mudanças radicais em minha vida profissional acabaram me afastando deste blog, mas eis que retorno.


Nos últimos 30 dias estive dividida entre a preparação da documentação para o novo ofício e o início na nova morada profissional, a Editora Santuário.


A experiência está sendo um grande desafio, já que nunca imagin
ei que pudesse trabalhar com jornalismo segmentado ao setor religioso e até então desconhecia o potencial do marketing como ferramenta de evangelização.

Esses primeiros dias na Editora têm sido de extrema valia para a minha carreira
profissional - que até então julguei estar beirando a estagnação.

A cada nova tarefa tenho aprendido muito, tanto com a colega Andresa Custódio - uma excelente profissional da área, muito humana e que não tem medido e
sforços em passar o funcionamento da rotina diária de trabalho -, como por parte dos meus dois novos colegas de trabalho, Eduardo Gois e Filipe Chicarino, que saíram outro dia da faculdade e demonstram imensa aptidão, dinamismo e competência.

Um dos momentos mais marcantes dessa nova empreitada em minha carreira foi a visita monitorada
ao Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, onde pudemos conhecer inúmeros setores, sob a supervisão da assessora de imprensa Flávia Gabriela, a quem estendo os meus agradecimentos.

Na subida ao mirante do Santuário, aproveitei a oportunidade para registrar algumas imagens (ainda que com a câmera do meu celular) aéreas da cidade de Aparecida e do próprio Santuário.

Como no trabalho agora me dedico também à arte de fotografar com câmera reflex, nas pautas do jornal Santuário de Aparecida, espero que em breve eu possa adquirir uma Nikon D90 e registrar muitos outros momentos interessantes.



Acima, reprodução da imagem da Mãe Aparecida no mirante do
Santuário; a seguir, vista parcial da cidade de Aparecida (SP), tendo
como fundo o rio Paraíba do Sul, a cúpula da Basílica e, do outro lado,
um panorama do Centro de Apoio ao Romeiro

2010 com o pé direito


Apesar do "perrengue" que passei com a chuva aqui em Paraty (RJ), comecei o meu ano com o pé direito.

Não fui à praia pedir proteção a Iemanjá, mas Deus me concedeu a graça de ter uma foto publicada no portal Terra. Também servi como fonte na matéria que fizeram sobre o alagamento aqui na cidade.

Show de bola!

Melhor agora, que o tempo já está firme e virá muito sol pela frente.

Deus permita que todos os desabrigados se recuperem.

Vejam a matéria completa no link abaixo:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4183027-EI8139,00-vc+reporter+chuva+desaloja+pessoas+em+Paraty+no+RJ.html

Será que 2.010 vai ser diferente dentro de cada um de nós?

Chuva alaga jardins, a areia da praia e parte
das ruas, mas pode haver um lado muito legal
nisso tudo - é uma questão de ótica


Pressa; aglomeração; vontade de acertar; querer o melhor pra si, muitas vezes esquecendo-se do próximo; precipitação; fé inabalável; deixar tudo sempre para a última hora. Palavras e expressões como essas definitivamente continuarão marcando a vida de milhões de brasileiros em 2.010.



A poucos minutos do dia 1º de janeiro, fica nítida a impressão que pouco mudará dentro de cada um de nós.


Dá para acreditar que o individualismo continuará marcando o comportamento de grande parte de todos nós no ano que se anuncia.


Mas virada do ano é sempre virada - e muito mais disputada nas cidades do Litoral. Formam-se filas nas estradas, nos postos de gasolina e nos terminais rodoviários em busca de cada destino. Aqueles à beira-mar são os preferidos da "galera", que se amontoa, anda rápido e não vê a hora de chegar.


Todo ano esse tipo de situação se repete. E duvido que na virada de 2.010 para 2.011 será diferente.


Problema, então, é quando o tempo não ajuda.


Para tomar como exemplo, cito o Litoral Sul Fluminense, onde estou hospedada neste momento.


Devido ao cansaço da viagem - que em função da época pulou de três para quatro horas de duração - e ao fato de não ver o povo há um bom tempo, fui dormir tarde e, consequentemente, acordei mais tarde que o habitual.
Quando se tem folga do trabalho isso é salutar e não soa tão mal....


Mas, voltando àquilo que eu queria contar, recordo que, após ter me instalado, precisei resolver algums probleminhas na cidade, comprar a passagem de volta e, no trajeto, o "tino" de jornalista me fez observar algumas situações peculiares.


Com a tal da Mega Sena acumulada em R$ 435,3 milhões, as filas na única lotérica da cidade eram enormes, apesar da chuva.


População e turistas amontoavam-se dentro e fora da "casinha", numa fila que dobrava a esquina, onde capas de plástico e guardas-chuva davam o ar da graça.
Aliás, os ambulantes e lojas de R$ 1,99 devem ter faturado horrores vendendo capinhas confeccionadas com aquele plástico tão mole que quase rasga e aqueles guardas-chuva fabricados lá na República "Popular" da China - o trabalho semi-escravo explica o preço baixo de grande parte dos produtos.
O foco aqui não é o povo chinês - quem sou eu para julgar isso - mas as proporções da cena que vi. Dezenas de pessoas querendo fazer uma "fézinha", pensando em melhorar o life style no ano que vem, idealizando bens materiais, fartura e uma vida sem dificuldades financeiras.
Isso é comum a todo ser humano e, no caso do brasileiro, comprova aquela máxima de que "a esperança é a última que morre".

Além de "não deixar a peteca cair" e ter a "fé inabalável" de que aquele sorteio pode mudar uma vida, cada um dos integrantes daquela fila fez perpetuar um costume inerente a nosso povo: o ato de deixar tudo para a última hora.

Foi o que pensei quando vi aquela fila - circunstância que já ocorreu em várias outros sorteios ao longo de 2.009 e, sem dúvida, deverá continuar em 2.010. Afinal, estamos no Brasil.

No caminho para a rodoviária, fui pensando na viagem de volta para casa - a quantidade de filas que irei pegar e o tempo a mais que deverei ficar dentro do ônibus, por conta do feriadão prolongado.
Quando chego perto do guichê, mais uma fila. Pensei: "muita gente deve estar comprando a passagem de volta, para o domingo (3)". Mas, para minha surpresa, 80% das pessoas que estavam lá queriam o bilhete para hoje mesmo.
O desejo da maior parte deles era voltar para casa, por causa do mau tempo. E muitos, ainda, reclamavam porque teriam que esperar pelo menos três horas para embarcarem.
Por que será que a gente quer sempre tudo na hora? Por que gostamos tanto de reclamar quando é preciso esperar? É a tal da pressa. É o chamado individualismo.
Não posso negar que, às vezes, também tenho meus momentos de nervosismo quando sou obrigada a esperar. Mas, como diria o "Bam Bam", "faz parte"!
Eu é que não vou voltar pra casa hoje, só porque está chovendo. Negativo. Vou tentar aproveitar o meu último dia de 2.009 e a minha virada de ano da melhor maneira possível - faça chuva ou noite estrelada.

Água escorre pelo telhado "colonial":
chuva não dá trégua
Aliás, vou tentar nada. Se eu disser que vou tentar, fica só na tentativa mesmo.





Acho que preciso dizer que "irei fazer".

Que se fervam a chuva e o mau tempo. É o momento de atrair coisas positivas, de vibrar mentalmente em direção ao bem e ao "novo".

Idealizar novos comportamentos, novas atitudes e implementar costumes diferentes.

Essa será a minha meta para 2.010. Será que todos nós conseguiremos agir assim?

Fica lançada no ar a sugestão.

Que 2.010 seja "mara" para todos nós!!!

Em manutenção

Pedimos desculpas pelo transtorno.
Novas postagens retornam a partir do ano que vem.