Viagens a dois


Quero registrar aqui o blog do amigo Eurico Albuquerque, que foi meu companheiro de trabalho lá na Embras.net.
Há alguns anos ele idealizou o "Viagens a Dois", que une, em um só lugar, os melhores destinos turísticos da região para curtir a dois.
"Hotéis e pousadas, restaurantes, pontos turísticos que você não pode deixar de conhecer, sempre acompanhados de dicas de quem esteve lá e conhece bem o que fala terão destaque especial", explica.
Além disso, o Viagens a Dois enfatiza a divulgação de produtos e serviços de parceiros selecionados em cada destino, com ofertas imperdíveis e promoções exclusivas aos membros cadastrados.
Confira mais sobre o Viagens a Dois em: www.viagensadois.com.br
No Facebook: http://www.facebook.com/Viagensadois?sk=info

City tour

A aventura de hoje começou antes das 10 da manhã. Após mais de uma
hora de ônibus, com direito a seresta a bordo, chego ao centro
histórico de Salvador. Pelourinho, Elevador Lacerda e Mercado Modelo
foram alguns dos pontos visitados. Agora fica a pergunta: qual Praça
da Sé veio primeiro? A de SP ou a de Salvador?

Sob o sol de Salvador

Cansaço e satisfação. Essas São as duas palavras que melhor expressam
o dia de hoje. Foram mais de 12km de caminhada na orla explorando
praias como Piatã, Jaguaribe, Patamares e retornando a Itapoã. Amanhã
tem mais.

Itapoã

Acarajé

A orla da praia de Piatã é urbanizada até mais do que eu esperava.
Saí para conhecer já era noite, mas apesar da ausência da luz do dia alguns detalhes não me passaram despercebidamente. A orla é heterogênea.
Há famílias, casais gay e heterossexuais, homens à procura e mulheres vendendo o corpo. Na caminhada pela avenida vejo que estou ficando cada vez mais perto de duas prostitutas. Nada contra o ofício, mas
decido dar meia volta.
Ando mais 400 metros e vejo outra dupla. Repito o movimento para retroceder, retornando ao hotel.


Volto a dizer que não tenho nada contra quem vende o corpo, mas saí de perto para evitar ser confundida com alguma delas.
No retorno, paro em uma barraca de acarajé. Afinal, havia decidido dar uma volta para comer alguma coisa. Na verdade. Algo típico. E o que eu idealizada estava bem em frente ao hotel; uma barraquinha de acarajé.
Assim como o mar visto de cima do avião, nunca comi nada parecido...

Sol de Salvador


Acabo de chegar a Salvador, uma das cidades mais antigas do Brasil, que na semana passada completou 462 anos.
Após seis anos sem férias, optei pelo destino porque quero aliar cultura, belezas naturais e turismo.
Até aqui, tudo sob controle: voo, táxi, hotel e os 32 graus de temperatura.
A foto que tirei da janela do Embraer 195 mostra toda a diferença das praias baianas.
Diferente de tudo o que já vi, em termos de litoral. (Até então, só conhecia as praias do Sudeste mesmo, como as do estado de SP, Vitória, no ES, e parte do sul e norte fluminense).

Antes tarde do que nunca...

... conheci o bairro da Liberdade, em São Paulo.
Apesar de ter morado muitos anos em Sampa, nunca tive a curiosidade de ir até lá.
Os anos se passaram e acabei me rendendo à vontade de ir até o bairro oriental dos paulistanos.
Aproveitei uma consulta com um médico chinês lá na Santa Cecília, bem próximo, e resolvi embarcar na aventura.
Após a consulta, fui desbravar o bairro, que conhecia só de passagem, de forma bem longínqua mesmo.


Após descer na estação do metrô, desembarquei direto na praça da Liberdade e parei para visitar um templo católico. Dizem que a Igreja Santa Cruz das Almas dos Enforcados é local de pagar promessas por causa de dívidas. Bem, graças a Deus esse não era o meu caso. Parei lá só para conhecer mesmo.
Brincadeiras à parte, conheci um maravilhoso templo...


Depois de rezar um pouquinho (afinal, ninguém é de ferro), comecei minha peregrinação pelo bairro que os orientais escolheram em São Paulo.
Visitei alguns pontos comerciais, fui sacar um dinheirinho no Bradesco, cuja agência mais parece um daqueles templos dos samurais...


As luminárias que identificam o bairro são manjadas demais, mas valeu a pena fazer uma foto para registrar o momento de estar tão perto delas...


E, como rodei tanto por lá, com os pé já cheios de bolhas, por causa do tênis Converse vagabundo, acabei indo além do bairro. No retorno, parei no primeiro restaurante.
Para meu desespero, era um ching ling... tudo muito fake... aí já viu...rs
Tive que pedir cerveja chinesa para conseguir engolir a gororoba...
Mas, valeu. Foi divertido.


Deixei quase toda a comida no prato, mas acabei levando iguarias especiais para casa, como suco de lichia, lichia em caldas, macarrão apimentado, balas de milho verde e algumas tigelas de fibra. Tudo made in Japan. Claro, depois de andar mais e mais, fiquei mais esperta e parei em uma super mercearia japonesa - onde deveria ter parado quando desci do metrô.

Apesar de alguns percalços, foi Show de bola!