E viva a "pajelança" !!!
quinta-feira, dezembro 23, 2010
domingo, dezembro 19, 2010
Incorporo?
Analisei muito antes de postar o link abaixo.
É que sempre achei que Norah Jones fosse aquela cantora tipo patricinha.
Depois desse vídeo mudei meu conceitos...
A fotografia é muito interessante... mas, se não fosse a essência da letra...
Então, decidi incorporar o vídeo.
É que sempre achei que Norah Jones fosse aquela cantora tipo patricinha.
Depois desse vídeo mudei meu conceitos...
A fotografia é muito interessante... mas, se não fosse a essência da letra...
Então, decidi incorporar o vídeo.
sábado, dezembro 18, 2010
Sheryl Crow
Estava aqui refletindo sobre como poderá ser 2011. Um ano bom, diria. Ao contrário de 2010, que foi de tristeza e superação, e de 2009, de profunda dor.
Começo, então, a retroceder 10 anos. Época em que saía muito de casa. Ia a baladas. Curtia. Típico da idade que tinha, mas o que mais me dava prazer - assim como hoje - era ouvir um pouco de música, ler um bom livro.
O século XXI rompia e o que fazi a minha cabeça, naquela época, era ouvir Sheryl Crow. Eu tinha um CD muito louco. Uma espécie de coletânea. Costumava ouvir aquilo dentro do carro. Era o bicho, rs...
E, agora que me recordei de Sheryl, tirei a noite para ouvir esse álbum que marcou época. Um CD cheio de hits, mas que me chamava a atenção, sobretudo, pelas canções mais introspectivas.
The Globe Sessions - que saudades! - retrata a carreira da musa pop-rock-folk que um dia foi backing vocal de Michael Jackson. Nada mais do que vocalista de apoio do rei do pop.
A verdade é que Sheryl se deu bem como cantora e construiu um estilo próprio na carreira solo. Algo forte, que remete àquelas canções do Oeste, mas com aquela levada pop rock.
Não sei o que Sheryl Crow anda fazendo hoje. Certamente continua cantando, mas não com o mesmo punch que a caracterizou nos anos 90, quando fez sucesso absoluto.
Deixo, a seguir, o vídeo de "Anyting but Down", um dos sons que mais fizeram a minha cabeça naquela época e que, nesta noite de revival, trouxeram-me paz e inspiração!
E o melhor de tudo é que essa versão é gravada ao vivo!!!
Começo, então, a retroceder 10 anos. Época em que saía muito de casa. Ia a baladas. Curtia. Típico da idade que tinha, mas o que mais me dava prazer - assim como hoje - era ouvir um pouco de música, ler um bom livro.
O século XXI rompia e o que fazi a minha cabeça, naquela época, era ouvir Sheryl Crow. Eu tinha um CD muito louco. Uma espécie de coletânea. Costumava ouvir aquilo dentro do carro. Era o bicho, rs...
E, agora que me recordei de Sheryl, tirei a noite para ouvir esse álbum que marcou época. Um CD cheio de hits, mas que me chamava a atenção, sobretudo, pelas canções mais introspectivas.
The Globe Sessions - que saudades! - retrata a carreira da musa pop-rock-folk que um dia foi backing vocal de Michael Jackson. Nada mais do que vocalista de apoio do rei do pop.
A verdade é que Sheryl se deu bem como cantora e construiu um estilo próprio na carreira solo. Algo forte, que remete àquelas canções do Oeste, mas com aquela levada pop rock.
Não sei o que Sheryl Crow anda fazendo hoje. Certamente continua cantando, mas não com o mesmo punch que a caracterizou nos anos 90, quando fez sucesso absoluto.
Deixo, a seguir, o vídeo de "Anyting but Down", um dos sons que mais fizeram a minha cabeça naquela época e que, nesta noite de revival, trouxeram-me paz e inspiração!
E o melhor de tudo é que essa versão é gravada ao vivo!!!
A polêmica do Wikileaks
A figura de Jean Lagarrigu, criada na década de 1970, mostra bem o que representa a polêmica do Wikileaks.
Pela definição da própria Wikipédia, o WikiLeaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos que publica, em seu site, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensíveis.
Geralmente, as postagens garantem o anonimato dos autores e, por isso mesmo, muita coisa podre já foi exposta ao mundo através do site, como ser mostrada pelo site, como um vídeo que exibe um helicóptero norte-americano matando pessoas inocentes no Iraque, dentre eles jornalistas que estavam trabalhando.
Pelo fato de tornar pública muitos atos sórdidos, obscuros e suspeitos, por terem sido praticados por autoridades internacionais conhecidas é que o site vem sendo questionado, obviamente.
É lógico que, quando se falava em Internet há 10 anos, ainda não existia legislação específica para crimes digitais. Esse foi um processo lento, que se formou aos poucos, para suprir a demanda de crimes cometivos pela net.
Porém, quando se fala em jornalismo, nunca é demais lembrar que a grande parte dos repórteres que fazem um trabalho mais investigativo conseguem informações em off, de fontes que pedem para não aparecer.
Quantas vezes já soube do fato de colegas - e eu mesma - que receberam informações quentes, em envelopes lacrados, que foram estrategicamente depositados no jardim de suas residências, ou mesmo na porta da redação, em envelopes lacrados.
É óbvio que o bom repórter, quando recebe um material desses, vai checar tudo direitinho.
Na era da informação rápida, o Wikileaks tem servido como um verdadeiro repositório de pautas para os jornalistas que, por sua vez, fazem todo o trabalho de checagem.
Sob o ponto de vista jornalístico e da liberdade de expressão, portanto, o Wikileaks é uma ferramenta de extrema utilidade. Sobretudo se formos levar em consideração que as informações ali veiculadas dificilmente chegariam às mãos da imprensa.
É o chamado espaço para "jogar a merda no ventilador".
Mas, sob o ponto de vista ético e moral, é uma outra questão a ser debatida.
Pela definição da própria Wikipédia, o WikiLeaks é uma organização transnacional sem fins lucrativos que publica, em seu site, posts de fontes anônimas, documentos, fotos e informações confidenciais, vazadas de governos ou empresas, sobre assuntos sensíveis.
Geralmente, as postagens garantem o anonimato dos autores e, por isso mesmo, muita coisa podre já foi exposta ao mundo através do site, como ser mostrada pelo site, como um vídeo que exibe um helicóptero norte-americano matando pessoas inocentes no Iraque, dentre eles jornalistas que estavam trabalhando.
Pelo fato de tornar pública muitos atos sórdidos, obscuros e suspeitos, por terem sido praticados por autoridades internacionais conhecidas é que o site vem sendo questionado, obviamente.
É lógico que, quando se falava em Internet há 10 anos, ainda não existia legislação específica para crimes digitais. Esse foi um processo lento, que se formou aos poucos, para suprir a demanda de crimes cometivos pela net.
Porém, quando se fala em jornalismo, nunca é demais lembrar que a grande parte dos repórteres que fazem um trabalho mais investigativo conseguem informações em off, de fontes que pedem para não aparecer.
Quantas vezes já soube do fato de colegas - e eu mesma - que receberam informações quentes, em envelopes lacrados, que foram estrategicamente depositados no jardim de suas residências, ou mesmo na porta da redação, em envelopes lacrados.
É óbvio que o bom repórter, quando recebe um material desses, vai checar tudo direitinho.
Na era da informação rápida, o Wikileaks tem servido como um verdadeiro repositório de pautas para os jornalistas que, por sua vez, fazem todo o trabalho de checagem.
Sob o ponto de vista jornalístico e da liberdade de expressão, portanto, o Wikileaks é uma ferramenta de extrema utilidade. Sobretudo se formos levar em consideração que as informações ali veiculadas dificilmente chegariam às mãos da imprensa.
É o chamado espaço para "jogar a merda no ventilador".
Mas, sob o ponto de vista ético e moral, é uma outra questão a ser debatida.
sexta-feira, dezembro 17, 2010
Aparecida - o Milagre
Estreia hoje, em todo o Brasil, o filme Aparecida - o Milagre.
A produção, que teve tomadas rodadas na região do Vale do Paraíba, mais especificamente nas cidades de Aparecida e São José dos Campos, tem tudo para ser mais um grande sucesso de bilheteria.
O filme segue a linha daqueles que julgo importante divulgar, porque está inserido no tema espiritualidade, debatendo a fé como elemento-chave para uma vida positiva.
Em março deste ano, tive a oportunidade de fazer a cobertura de algumas gravações promovidas no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, para uma matéria que fiz com meus colegas de redação, Eduardo Gois e Filipe Chicarino, para o Jornal Santuário.
Já naquele instante pude perceber que o filme seria interessantíssimo. A começar pela direção, a cargo de Tizuka Yamazaki. No elenco, Bete Mendes e Murilo Rosa - que tive o prazer de entrevistar - e outras feras como Leona Cavali, Maria Fernanda Cândido e Jonatas Faro (esses não estavam lá no dia).
A exemplo de Nosso Lar, o esquema de divulgação do filme tem sido maciço, com direito a merchan em novela global e tudo mais. Fora isso, houve um forte trabalho de divulgação no Santuário Nacional, que nesta semana atingiu a marca de 10 milhões de peregrinos ao longo do ano.
Enfim, uma produção madura, respeitada, com argumento, uma história coerente, um elenco competente, uma diretora super experiente. Tudo isso convergindo para expressar, nas telonas, o fenômeno que é a devoção a Nossa Senhora Aparecida, a Mãe do Brasil.
A produção, que teve tomadas rodadas na região do Vale do Paraíba, mais especificamente nas cidades de Aparecida e São José dos Campos, tem tudo para ser mais um grande sucesso de bilheteria.
O filme segue a linha daqueles que julgo importante divulgar, porque está inserido no tema espiritualidade, debatendo a fé como elemento-chave para uma vida positiva.
Em março deste ano, tive a oportunidade de fazer a cobertura de algumas gravações promovidas no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida, para uma matéria que fiz com meus colegas de redação, Eduardo Gois e Filipe Chicarino, para o Jornal Santuário.
Já naquele instante pude perceber que o filme seria interessantíssimo. A começar pela direção, a cargo de Tizuka Yamazaki. No elenco, Bete Mendes e Murilo Rosa - que tive o prazer de entrevistar - e outras feras como Leona Cavali, Maria Fernanda Cândido e Jonatas Faro (esses não estavam lá no dia).
A exemplo de Nosso Lar, o esquema de divulgação do filme tem sido maciço, com direito a merchan em novela global e tudo mais. Fora isso, houve um forte trabalho de divulgação no Santuário Nacional, que nesta semana atingiu a marca de 10 milhões de peregrinos ao longo do ano.
Enfim, uma produção madura, respeitada, com argumento, uma história coerente, um elenco competente, uma diretora super experiente. Tudo isso convergindo para expressar, nas telonas, o fenômeno que é a devoção a Nossa Senhora Aparecida, a Mãe do Brasil.
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