segunda-feira, novembro 29, 2010

Mais um Justo Veríssimo

Mais um comentarista travestido de Justo Veríssimo que, assim como o ex-presidente João Figueiredo, deve preferir o cheiro da m* dos cavalos aos pobres.

Lamentável o que a Globo sulista faz...

sexta-feira, novembro 26, 2010

Antes tarde do que nunca...

... conheci o bairro da Liberdade, em São Paulo.
Apesar de ter morado muitos anos em Sampa, nunca tive a curiosidade de ir até lá.
Os anos se passaram e acabei me rendendo à vontade de ir até o bairro oriental dos paulistanos.
Aproveitei uma consulta com um médico chinês lá na Santa Cecília, bem próximo, e resolvi embarcar na aventura.
Após a consulta, fui desbravar o bairro, que conhecia só de passagem, de forma bem longínqua mesmo.


Após descer na estação do metrô, desembarquei direto na praça da Liberdade e parei para visitar um templo católico. Dizem que a Igreja Santa Cruz das Almas dos Enforcados é local de pagar promessas por causa de dívidas. Bem, graças a Deus esse não era o meu caso. Parei lá só para conhecer mesmo.
Brincadeiras à parte, conheci um maravilhoso templo...


Depois de rezar um pouquinho (afinal, ninguém é de ferro), comecei minha peregrinação pelo bairro que os orientais escolheram em São Paulo.
Visitei alguns pontos comerciais, fui sacar um dinheirinho no Bradesco, cuja agência mais parece um daqueles templos dos samurais...


As luminárias que identificam o bairro são manjadas demais, mas valeu a pena fazer uma foto para registrar o momento de estar tão perto delas...


E, como rodei tanto por lá, com os pé já cheios de bolhas, por causa do tênis Converse vagabundo, acabei indo além do bairro. No retorno, parei no primeiro restaurante.
Para meu desespero, era um ching ling... tudo muito fake... aí já viu...rs
Tive que pedir cerveja chinesa para conseguir engolir a gororoba...
Mas, valeu. Foi divertido.


Deixei quase toda a comida no prato, mas acabei levando iguarias especiais para casa, como suco de lichia, lichia em caldas, macarrão apimentado, balas de milho verde e algumas tigelas de fibra. Tudo made in Japan. Claro, depois de andar mais e mais, fiquei mais esperta e parei em uma super mercearia japonesa - onde deveria ter parado quando desci do metrô.

Apesar de alguns percalços, foi Show de bola!

terça-feira, novembro 16, 2010

Pior que Justo Veríssimo

Eu poderia jurar que era o "abacaxi com caroço" do Diogo Mainardi falando. O colunista de Veja anda escrevendo besteiras por aí já faz tempo. Tanta besteira, aliás, que pode ser chamada de anti-jornalismo.

O Adnet mandou muito bem ao construir o personagem, que tem tudo a ver com o Mainardi.

Acho que nem o Justo Veríssimo, nos bons tempos de Chico Anysio, assumiria tal postura.

domingo, novembro 07, 2010

"Paratodos"

A música é antiga. Aliás, uma das últimas que Chico gravou. (Faz um bom tempo que ele não lança material inédito). Mas, também, não fica falando besteiras por aí que nem outros...

Apesar de já ter mais de 15 anos, "Paratodos" é atualíssima. Agora, mais do que nunca, serve para provocar reflexões, principalmente naqueles que tentaram dividir o país ao meio nessas eleições. Jogar nordestinos contra paulistas e rememorar a crueldade nazista, que tentou impor ao mundo uma raça única, supostamente acima de qualquer criação. Deu no que deu...

terça-feira, novembro 02, 2010

How Sweet It Is (To Be Loved By You)

Não é segredo pra ninguém que adoro Blondie. Aliás, um som tipicamente do final da década de 1970, que se confunde com o punk rock e era intitulado new wave.

Há pouco tempo, ouvindo o disco Eat to the Beat (aliás, o melhor da banda, até hoje, na minha modesta e sensível opinião), descobri que a Debbie Harry, até pelo fato de ser mais velha do que os demais integrantes da banda, fazia umas incursões por uns sons meio que antigos.
Marvin Gaye, pra mim, era só aquele dos 80´s

Não é à toa que neste disco tem cover de David Bowie, Johnny Cash e até do Four Tops – um daqueles grupos de soul music, na época em que a gravadora Motown era referência nesse tipo de som e, por isso mesmo, estava na crista da onda. 

A música, em questão, é Seven Rooms of Gloom. Uma música com a letra cheia de romantismo, mas que na interpretação da Blondie parecia mais uma daquelas canções dos Ramones, mas com o vocal feminino, que, embora estivessem falando de amor, soava como trilha de "Rock´n´roll high School".

Mas, pelo que percebi da letra (sem ler, é lógico), deduzi que não se tratava disso e fui atrás do original. Descobri o Four Tops.

Esse tipo de som é difícil de encontrar aqui no Brasil. Talvez lá no centro velho de SP, mas evidentemente que não tenho tempo para isso.

Então, recorri ao bom e velho download. Baixei o tal hit. E, que diferença.

Soul, alma, emoção pura.
Essa barba e esse visual sofisticado vieram depois de 64

Tentei encontrar mais alguns hits daquela coletânea da Motown e acabei garimpando "How Sweet It Is (To Be Loved By You) – Como é doce ser amado por você.
Como de praxe, essas músicas que a gente baixa via net vêm com os créditos todos trocados. E, só pouco tempo depois fui perceber que a música era do grande Mavin Gaye.
Gaye, que eu conhecia apenas de What´s Going On e Sexual Heraling - sons que se popularizariam nos anos 80.
Que paulada! O som era demais. E, por ser melhor que o original, descobrir se tratar ser uma daquelas músicas do tipo das que se popularizaram na voz de Ray Charles, por exemplo. Tempos em que - pra variar -  eu gostaria muito de ter vivido para prestigiar música da melhor qualidade. Soul music norte-americana das boas e muito diferente do que a gente costuma ouvir hoje por aí. (Em tempo: essa é a cultura que os americanos têm... a única, por sinal... e ditada pelo povo pobre da época)

Não desmerecendo Blondie, minha banda predileta dos anos 70 – época em que também gostaria de ter vivido (embora tenha nascido em 74 e, por isso mesmo, não vi nada de legal do que ocorreu, na ocasião) – mas o Marvin Gaye é "duca". Definitivamente, não conhecia esse som e literalmente pirei.

Um som de 1964, daqueles raos de se ouvir hoje em dia, que traz poesia da melhor qualidade em sincronia com um ritmo dançante, alucinante.

Deixo o vídeo....

E a letra...

How Sweet It Is (To Be Loved By You)

How sweet it is to be loved by you
How sweet it is to be loved by you

I needed the shelter of someone's arms and there you were
I needed someone to understand my ups and downs and there you were
With sweet love and devotion
Deeply touching my emotion
I want to stop and thank you baby
I just want to stop and thank you baby

I close my eyes at night
Wondering where would I be without you in my life
Everything I did was just a bore
Everywhere I went it seems I'd been there before
But you brighten up for me all of my days
With a love so sweet in so many ways
I want to stop and thank you baby
I just want to stop and thank you baby

You were better for me than I was for myself
For me, there's you and there ain't nobody else
I want to stop and thank you baby
I just want to stop and thank you baby

segunda-feira, novembro 01, 2010

Nem tudo está perdido?

Deu no Conversa Afiada...


Brincadeiras a parte, o que será que o nosso ex-governador vai fazer agora?
O PSDB, como oposição, vai precisar de lideranças jovens, compromissadas com a ética e antenadas com as necessidades do País. 

Se, de um lado, o povo brasileiro aprendeu a vislumbrar um novo horizonte sócio-econômico com o governo petista, com menos fome, mais emprego e maior acesso à educação, ainda sofre muito com a corrupção e a manipulação política. 

O Brasil vai precisar de opositores sérios  e éticos, dispostos a dar um basta à corrupção generalizada, que vem desde muito antes do governo FHC.

Assim sendo, o tucanato, como principal força de oposição no País, terá de se alinhar e produzir um esquema de enfrentamento político muito diferente do que aquele promovido durante a campanha presidencial, marcado pela criação de factoides, envoltos em mentiras deslavadas.

Caso contrário, muita gente vai continuar indo à praia ao invés de participar da escolha do presidente. Ou, até mesmo, votando em candidatos que já se retiraram do pleito.
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